terça-feira, 3 de julho de 2007

copy, paste...

Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te
Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te
Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te. Amo-te.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Conjugação perifrástica

Há pessoas de quem gostamos muito que passam dias, semanas, meses sem nos enviarem um sms e nós continuamos a gostar delas. Depois há aquelas de quem também gostamos muito, mas não admitimos um dia inteiro de silêncio. Contudo, insistimos em continuar a gostar delas.:-)

O amor, esse micróbio!

O tema tem longas barbas brancas entrançadas a varrer o chão. (Facto).
Qualquer alfabetizado consegue elaborar uma frase sobre a questão e fazer com que ela corra mais ou menos bem, fazendo sempre algum sentido para alguém. (Facto).
Eu nem queria falar sobre isso.
Facto.
Cerca de 90% daquilo que escrevo é sobre esse micróbio parasita das emoções. E sempre que me apaixono e desapaixono (ou vejo isso a acontecer a alguém) não paro de me surpreender com a total ausência de aprendizagem sobre o assunto. Sei que tudo o que vivi e disse de nada me servirá, quando (e se) me voltar a acontecer. (Facto verificado várias vezes, felizmente).
Já disse neste blog e repito: para o fim nunca nos conseguimos preparar.
E, em meu entender é só (!?) esse o problema do amor, seja ele de índole romântico, fraterno ou tenha o conforto inestimável e insubstituível da amizade.
Passar pelo fim de uma relação de amor é sem dúvida devastador. Mas assistir de microscópio ao estrebuchar do micróbio no corpo de alguém que amamos… pode ser duplamente infernal, cansativo e talvez mais abrangente do que passar por isso na primeira pessoa. É que, ao vermos os outros, revemo-nos a nós e tomamos alguma consciência da coisa, facto que geralmente não acontece quando somos nós os portadores da “coita”. Ufa! Ainda bem que as figurinhas que fazemos não têm o filtro da inteligência! Algo tem de sobrar (com alguma dignidade) dos destroços!

domingo, 24 de junho de 2007

"O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons..."

Martin Luther King
“Queria acordar em África e adormecer na Índia, queria ter um sonho que não fosse proibido numa ilha do Pacífico, mas se um anjo me revelasse o teu nome, ia visitar-te ao paraíso, meu piquenique!”

A citação é minha, mas tem tantos anos que já a consigo ver de fora e pôr-lhe aspas…
Vamos aos factos: vou finalmente para África! É mais ou menos certo que acordarei e adormecerei no continente onde se toca o horizonte. E, de momento, não me apetece ir visitar ninguém ao paraíso…
Mas já fazia um piquenique… é só esperar que o Outono passe.

Interrogação Retórica

Ontem foi noite de enterro de espectáculo. Correu tudo dentro da normalidade. Sentimentos grandiosos iam mergulhando na clandestinidade do meu peito. A noção inequívoca do dever cumprido espalhava-se pela pele e terminava nas pontas dos dedos, onde unhas mal feitas escondiam a extensão dos últimos dias.
Estava preparada para tudo, mas esqueci-me de me preparar para o fim. Talvez nunca o consiga fazer, agora que penso nisso…
Em público, agradeceram aos meus pais pela minha existência. Disseram outras coisas, que gravarei cuidadosamente debaixo das pálpebras para que sejam náufragos, à passagem das lágrimas, mas nada que se compare com isso. Os meus pais estavam lá, algures na escuridão da sala. Não consigo adivinhar as suas expressões.
(Não consigo adivinhá-los no fim de tanto tempo).
Havia lágrimas, muitas lágrimas. Lágrimas com sabor a tudo. Lágrimas que só a intimidade permite.
Seremos sempre tanta gente nos momentos de maior intimidade?
Agora que penso nisso…

terça-feira, 19 de junho de 2007

Andreia

Esta etiqueta deveria chamar-se "mulheres do caralho!", mas como eu não gosto de palavrões, a Andreia cabe bem na etiqueta "Nome próprio".
À semelhança do resto do mundo, menos três pessoas, ela não só não faz ideia que este blog existe, como também não suspeita que eu não compreendo as mulheres e que isso me perturba. Por isso, também não me há-de levar a mal esta exposição pública do seu nome e do seu sinal no rosto e do seu cabelo muito preto e do seu olhar em forma de colina e... (mesmo que quisesse continuar não conseguiria completar o seu retrato, pois tenho uma péssima memória para características físicas, por isso, paro por aqui). O que interessa é que a Andreia (que eu mal conheço, que me conhece muito mal e há pouquissímo tempo) faz parte da minha vida e tem-me acrescentado tanto entusiasmo quanto medo, tanta surpresa quanto admiração, tantas dúvidas quantas certezas.
É muito através da Andreia que, pelo menos uma vez por semana, eu encontro o volume das minhas vontades.
Não sei se a compreendo inteiramente, mas lá que compreendo, concordo e aprendo imenso com ela... não tenho quaisquer dúvidas. Uma mulher impressionante, sem dúvida... A quem me apeteceu agradecer a existência, ainda que ela não saiba...